O caso de um ambulante preso em Copacabana após tentar vender um churrasquinho por R$ 10 mil para uma turista britânica chama a atenção para um esquema de fraudes que atinge turistas estrangeiros nas praias da Zona Sul do Rio. A Polícia Civil investiga um esquema de fraudes envolvendo turistas estrangeiros, com incidência em Copacabana e Ipanema.

Ambulante é preso em Copacabana por vender churrasquinho caro a turista.
Fonte: oglobo.globo.com | Reprodução

Entenda o caso

Um vendedor ambulante foi preso em flagrante na tarde de terça-feira após aplicar um golpe contra uma turista britânica na Praia de Copacabana. O homem identificado como Caio Alencar tentou cobrar R$ 10 mil por um churrasquinho que havia sido anunciado à vítima por R$ 100.

Investigações

A prisão foi realizada por agentes da Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat), na altura do posto 5. De acordo com as investigações, o suspeito faz parte de um esquema estruturado de fraudes contra turistas estrangeiros que atuaria principalmente em Copacabana e Ipanema.

Modus operandi

O golpe contou com a participação de um comparsa, responsável por operar a máquina de cartão. No momento do pagamento, o equipamento teria sido manipulado para registrar um valor muito superior ao informado à vítima.

As investigações apontam que o grupo aborda turistas oferecendo produtos como bebidas, cigarros e alimentos por preços já inflacionados. Na hora de pagar, no entanto, os criminosos realizam cobranças abusivas, sem que as vítimas percebam imediatamente.

Repercussão

A delegada Patricia Alemany, titular da Deat, afirmou que a especializada tem atuado de forma recorrente na prisão de envolvidos nesse tipo de crime, mas ressaltou que a ausência de fiscalização sobre o comércio ambulante nas praias contribui para um cenário de desordem que favorece a ação de golpistas. A Deat vem, de modo reiterado, prendendo esses criminosos.

A Polícia Civil afirma que já identificou múltiplos casos semelhantes envolvendo estrangeiros e prejuízos considerados significativos. As apurações continuam para identificar outros integrantes do esquema e rastrear a movimentação financeira das fraudes.

Prevenção

A Deat orienta que turistas e moradores denunciem abordagens suspeitas, como forma de coibir esse tipo de crime, que afeta visitantes e a imagem internacional da cidade. A colaboração da população é fundamental para combater essas fraudes.

Dados sobre o caso

Data 16/04/2026
Local Copacabana, Rio de Janeiro
Valor do golpe R$ 10 mil
Preço anunciado R$ 100

A Visão do Especialista

Esse caso destaca a importância da vigilância e da colaboração da população para combater as fraudes que afetam turistas estrangeiros. A prevenção e a denúncia de abordagens suspeitas são fundamentais para garantir a segurança dos visitantes e a imagem da cidade.

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