O Rio2C chega à sua nona edição com a meta de receber mais de 50 mil participantes, incluindo o produtor executivo Adam Chase, conhecido por "Friends", em busca de novas oportunidades na indústria criativa.
Do RioContentMarket ao Rio2C: uma trajetória de expansão
Iniciado em 2018 como RioContentMarket, o evento nasceu focado exclusivamente no audiovisual, refletindo a explosão de produção de conteúdo digital no Brasil. Em poucos anos, a proposta evoluiu para abarcar toda a cadeia criativa.
Ampliação de escopo: música, games e tecnologia
Desde 2020, o Rio2C incorporou música, games, publicidade, influenciadores e tecnologia, criando um ecossistema onde convergem diferentes linguagens de produção cultural. Essa diversificação acompanha a convergência de formatos observada globalmente.
Estrutura em quatro frentes
O encontro está organizado em Summit, Conferência, Mercados e Festivalia, cada um atendendo a públicos e objetivos específicos. O Summit concentra debates temáticos, a Conferência oferece painéis e keynotes, os Mercados funcionam como hub de negócios e a Festivalia abre espaço para estudantes.
Indicadores chave da 9ª edição
| Indicador | Valor |
|---|---|
| Participantes esperados | > 50 000 |
| Palestrantes | ≈ 2 000 |
| Palcos | 21 |
| Empresas e instituições | 483 |
| Impacto econômico estimado | R$ 500 milhões |
Adam Chase no Rio2C: por que isso importa?
A presença de Adam Chase, produtor executivo da icônica série "Friends", sinaliza a abertura do Rio2C ao mercado internacional de séries e streaming. Seu networking pode gerar co‑produções entre estúdios norte‑americanos e talentos brasileiros.
Impacto econômico e geração de empregos
Segundo a organização, a edição de 2026 deve movimentar cerca de R$ 500 milhões, dos quais um terço incide diretamente na economia carioca. O restante provém de negócios fechados nos Mercados e de projetos lançados a partir das conexões feitas no evento.
Negócios em ritmo acelerado
Os "Mercados" promovem sessões de pitching, rodadas de negócios individuais e encontros estratégicos, totalizando mais de mil rodadas na edição anterior. Esse formato acelera a captação de recursos e a internacionalização de projetos.
Internacionalização da agenda criativa
O Rio2C tem atraído cada vez mais executivos e criadores da América Latina, consolidando-se como ponto de encontro ibero‑americano. Em 2026, haverá um fórum dedicado a autoridades culturais da região.
Público profissional e a virada para o festival
Durante a semana, a maioria dos participantes são profissionais de fora do Rio, sobretudo de São Paulo, buscando networking e conhecimento. No fim de semana, o evento assume a cara de festival, atraindo estudantes e jovens talentos.
Inteligência artificial como fio condutor
A IA permeia a programação sem ocupar um palco exclusivo, sendo discutida em contextos que vão do audiovisual à música. A curadoria evita tanto o hype exagerado quanto o pessimismo infundado.
Opiniões de especialistas
Rafael Lazarini, idealizador do Rio2C, afirma que "a indústria criativa está em constante metamorfose, e o evento precisa refletir essa fluidez". Já a analista de mercado Carla Mendes (Observatório da Economia Criativa) destaca que "o Rio2C se tornou o principal motor de negócios criativos da América Latina".
A Visão do Especialista
O futuro do Rio2C aponta para uma integração ainda maior entre tecnologia emergente e produção cultural, consolidando o Brasil como hub de inovação criativa na região. A presença de nomes globais como Adam Chase indica que o evento pode se tornar um ponto de partida para coproduções de alto valor, impulsionando exportações culturais e atraindo investimentos estrangeiros.
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