O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estabeleceu novo prazo para o Irã reabrir o Estreito de Ormuz, fixando a data limite para terça‑feira, 7 de abril, às 20h.

Em postagens nas redes sociais, Trump escreveu: "Terça‑feira, 20h. Abram o Estreito, seus loucos, ou vão viver no inferno – É SÓ OLHAR! Louvado seja Alá."

A sequência de avisos começou no fim de março, quando o mandatário deu 48 horas para que Teerã liberasse a passagem estratégica.

  • 31/03/2026 – Primeiro ultimato de 48 horas.
  • 02/04/2026 – Prorrogação de alguns dias.
  • 06/04/2026 – Novo prazo estabelecido para segunda‑feira, 20h.
  • 07/04/2026 – Último prazo anunciado para terça‑feira, 20h.

Quais são as ameaças específicas anunciadas por Trump?

O presidente afirmou que, caso o Irã não cumpra o acordo, destruirá usinas de energia, pontes e outras infraestruturas críticas.

A CNN foi contatada pela Casa Branca, mas não recebeu esclarecimentos adicionais sobre a veracidade ou o alcance das declarações.

Especialistas apontam que ataques a instalações civis, como usinas e estações de tratamento de água, violam as Convenções de Genebra.

O Ministério das Relações Exteriores iraniano respondeu que considera as ameaças "inaceitáveis" e que continuará a defender sua soberania.

Como a comunidade internacional tem reagido?

Aliados dos EUA, incluindo a União Europeia e o Reino Unido, pediram cautela e reforçaram a necessidade de solução diplomática.

Os mercados de energia reagiram com alta nos preços do petróleo, refletindo temores de interrupção no fluxo marítimo do Estreito de Ormuz.

O Conselho de Segurança da ONU pode avaliar a situação e, se necessário, impor sanções ou autorizar ação coletiva.

Acadêmicos de direito internacional alertam que a destruição de infraestrutura civil pode ser classificada como crime de guerra.

O que acontece agora?

Se o Irã não atender ao prazo até as 20h de terça‑feira, o governo americano poderá acionar opções militares previamente anunciadas.

Negociadores de ambos os lados mantêm canais de comunicação abertos, mas ainda não há indicação de um acordo imediato.

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