A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou nesta terça‑feira, 24/03, a Agenda Legislativa 2026 com 135 projetos, sinalizando oportunidades e custos para a economia e para o bolso do brasileiro.
O documento reúne oito grandes temas – da regulamentação da economia ao meio ambiente – que definem onde o setor industrial pretende atuar nos próximos meses.
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Com 55 iniciativas novas e 80 mantidas do ano passado, a agenda promete ampliar a produção nacional, gerar empregos e, consequentemente, aumentar a arrecadação de impostos.

O que está na pauta e como isso afeta seu bolso?
A PEC 8/2025, que propõe a redução da jornada de trabalho, pode liberar mais tempo para consumo, mas também gerará debate sobre salários e produtividade.
Propostas de reforma tributária buscam simplificar o sistema, o que pode reduzir a carga fiscal sobre pequenas e médias empresas, refletindo em preços menores para o consumidor.
Investimentos em infraestrutura – rodovias, portos e energia – visam baixar o custo de transporte, benefício direto para quem paga frete ou compra produtos importados.
Iniciativas de economia circular e inovação tecnológica prometem criar novos mercados, reduzindo o preço de matérias‑primas e ampliando a oferta de produtos sustentáveis.
- PEC 8/2025 – Redução da jornada de trabalho;
- Lei de Modernização do Setor Elétrico (15.269/2025);
- Nova Lei Geral de Licenciamento Ambiental (15.190/2025);
- Projeto Brasil 2050 – Estratégias de longo prazo;
- Política Nacional de Economia Circular (PL 3899/2012).
Se a jornada for encurtada sem aumento de produtividade, o salário real pode cair, afetando o poder de compra das famílias.
Já a simplificação tributária pode diminuir o custo de compliance, permitindo que empresas repassem a economia para o consumidor final.
Concessões de rodovias e a modernização do sistema elétrico tendem a reduzir tarifas de energia e frete, aliviando o orçamento doméstico.
Reduzir a taxa de juros para financiamento industrial pode ampliar o crédito para micro e pequenas empresas, gerando mais oferta e preços competitivos.
Qual a chance de aprovação no Congresso?
O ritmo de tramitação será cauteloso, pois 2026 é ano eleitoral e a CNI pede que debates, como o da jornada, não sejam apressados.
Com apoio de 27 federações estaduais, 115 associações setoriais e 11 sindicatos, a agenda tem força política, mas dependerá da negociação entre governo e oposição.
Se aprovada, a combinação de mais indústrias, empregos e arrecadação pode fortalecer a balança fiscal, reduzindo a pressão sobre os impostos que incidem sobre o cidadão.
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