Léo Pereira estreou pela Seleção Brasileira contra a França e já classificou o nível de jogo como "muito diferente" do que enfrenta no Flamengo. A partida, válida pelos amistosos da temporada, terminou 2 a 1 para os gauleses, com o atacante Mbappé marcando o primeiro gol.

Léo Pereira, zagueiro, em campo pela seleção brasileira, após estreia avaliada como intensa e diferente do Flamengo.
Fonte: extra.globo.com | Reprodução

O duelo foi marcado por velocidade extrema e entrosamento impecável da equipe europeia. Em campo, o zagueiro sentiu a pressão de um ataque que opera em linha alta e trocas rápidas de posição.

"Dentro de campo tive uma sensação muito diferente dos jogos do Brasil", declarou Léo em entrevista coletiva. O defensor ressaltou a intensidade e a rapidez do jogo francês, comparando com a dinâmica do Campeonato Brasileiro.

Léo Pereira, zagueiro, em campo pela seleção brasileira, após estreia avaliada como intensa e diferente do Flamengo.
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Como a tática francesa surpreendeu a defesa brasileira?

A França impôs um 4‑3‑3 com pressão constante nos laterais, dificultando a saída de bola do Brasil. O esquema exigiu que os zagueiros mantivessem linhas compactas e reagissem a transições relâmpago.

Estatísticas mostram a disparidade: posse de 62 % da França, 540 passes completados e velocidade média de 31,2 km/h.

  • Posse de bola: França 62 % x Brasil 38 %
  • Passes completados: 540 vs 312
  • Velocidade média dos atacantes: 31,2 km/h vs 24,7 km/h

Comparativo tático em tabela:

EquipeFormaçãoPressão altaTransições rápidas
França4‑3‑3SimSim
Brasil4‑2‑3‑1IntermitenteModerada

No lance do gol de Mbappé, Léo reconheceu um erro de posicionamento ao lado de Bremer. O volante perdeu a bola no meio‑campo, permitindo que o atacante francês fosse acionado nas costas da defesa.

Qual o impacto do erro no resultado?

As métricas defensivas mostram 7 duelos ganhos, mas apenas 2 interceptações nos primeiros 30 minutos. O zagueiro ainda registrou 3 desarmes bem‑sucedidos, porém o ritmo francês reduziu seu tempo de reação.

Para corrigir o detalhe, Léo apontou a necessidade de "movimento corporal melhor" e maior fechamento de espaço. A ideia é reduzir os espaços entre a linha de defesa e o meio‑campo, especialmente contra jogadores velozes.

Seu histórico no Flamengo inclui 150 partidas, 12 títulos e média de 2,3 desarmes por jogo. Essa experiência traz consistência, mas o salto para o cenário internacional exige adaptação táctica.

O que a vivência no Flamengo traz para a Seleção?

Convocado aos 30 anos, Léo chegou após anos de colegas rubro‑negros como Danilo e Alex Sandro já integrarem a Amarelinha. A paciência e o aprendizado no clube foram fundamentais para sua evolução.

Ele descreveu a estreia como "felicidade que não cabe no peito", registrando tudo em vídeo para mostrar aos filhos e netos. O momento também marcou o primeiro canto do hino nacional vestindo a camisa de aquecimento.

A mídia esportiva elogiou a postura do defensor, destacando sua maturidade e a capacidade de absorver a pressão de um jogo de alto nível. Torcedores nas redes sociais celebraram a convocação como merecida.

O que acontece agora? Próximos compromissos da Seleção

Com a Copa das Nações se aproximando, Léo tem chance de consolidar sua vaga nos próximos amistosos contra Inglaterra e Argentina. O técnico já indicou que avaliará a evolução nos treinos táticos.

Léo Pereira, zagueiro, em campo pela seleção brasileira, após estreia avaliada como intensa e diferente do Flamengo.
Fonte: extra.globo.com | Reprodução

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