O Fundo Flora, criado em 2025, irá investir R$ 18 milhões em dez projetos do Pará que trabalham com bioeconomia na Amazônia. Esses projetos têm o potencial de regenerar 1 milhão de árvores e criar 210 empregos diretos.

Os projetos selecionados incluem pequenas empresas, cooperativas, associações e organizações que trabalham com regeneração natural assistida, implantação de sistemas agroflorestais e fortalecimento de viveiros e redes de sementes nativas.
A bioeconomia é uma das principais estratégias para a conservação da Amazônia, pois permite que as comunidades locais gerem renda de forma sustentável, sem destruir a floresta.

O que são os projetos selecionados?
Seis dos projetos selecionados estão envolvidos em cadeias de valor da bioeconomia, incluindo castanha-do-pará, açaí, cacau, andiroba e cupuaçu.
Um dos projetos selecionados é a CCampo, uma cooperativa agrícola que atua com hortifrutis, derivados de mandioca e frutas e polpas nos municípios de Santarém, Belterra e Mojuí dos Campos.
A CCampo irá restaurar 15 hectares de floresta integrados à produção de açaí e cupuaçu, além de enriquecer com outras variedades e agregar mais produtores à cooperativa.
Quais são os benefícios dos projetos?
Os projetos selecionados têm o potencial de gerar empregos e renda para as comunidades locais, além de contribuir para a conservação da Amazônia.
A restauração da floresta é fundamental para a manutenção da biodiversidade e a regulação do clima, e os projetos selecionados podem contribuir para isso.
Os projetos também podem ajudar a fortalecer as cadeias produtivas da bioeconomia, tornando-as mais sustentáveis e rentáveis para as comunidades locais.
Como os projetos foram selecionados?
Os projetos foram selecionados por meio de uma manifestação de interesse no site do Fundo Flora, com apoio de coletivos como a Aliança pela Restauração da Amazônia.
Os principais critérios para seleção foram liderança local, relevância socioambiental, consistência técnica, capacidade de execução e potencial de impacto.
Os projetos selecionados receberão financiamento por meio de doações e empréstimos flexíveis, que variam de US$ 30 mil a US$ 500 mil.
O que acontece agora?
Os projetos selecionados irão receber financiamento e apoio técnico para implementar suas atividades.
A expectativa é que os projetos contribuam para a restauração da Amazônia e a geração de empregos e renda para as comunidades locais.
Além disso, os projetos podem servir como modelos para outras iniciativas de bioeconomia na Amazônia, ajudando a promover a conservação da floresta e a geração de renda sustentável.
- 10 projetos foram selecionados para receber financiamento.
- Os projetos têm o potencial de regenerar 1 milhão de árvores e criar 210 empregos diretos.
- A bioeconomia é uma das principais estratégias para a conservação da Amazônia.

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