Babi Xavier rompe o namoro depois de ouvir um comentário machista. A atriz de 51 anos publicou um vídeo nas redes explicando que a frase "coisa de homem" foi o estopim para o fim da relação.

O desabafo foi gravado durante uma chamada de vídeo. O ex‑parceiro, que mora em outra cidade, tentou justificar que comentar "a mulher gostosa" seria "coisa de homem", gerando a ruptura.
Internautas rapidamente se dividiram entre apoio e críticas. Comentários nas plataformas apontam que a atitude reforça padrões patriarcais ainda presentes na sociedade brasileira.

Qual foi a fala que desencadeou o término?
"É coisa de homem", disse o namorado ao ser questionado. A frase, proferida como se fosse uma regra informal, irritou Babi, que não aceita que comportamentos sexistas sejam normalizados.
"Não dá para ouvir isso e ir almoçar", desabafou a apresentadora. No vídeo, ela enfatiza que não consegue conviver com a ideia de que o machismo seria inevitável.
O discurso "é homem, né?" perpetua a falácia de que certas atitudes são inerentes ao sexo masculino. Essa justificativa costuma ser usada para minimizar agressões verbais e comportamentais.
Como o caso se insere no debate sobre machismo no Brasil?
Especialistas apontam que o linguajar sexista ainda está enraizado. Psicólogos afirmam que frases como "coisa de homem" reforçam a cultura da desigualdade de gênero.
- 71% dos brasileiros reconhecem que já ouviram comentários machistas em relacionamentos (Datafolha, 2025).
- 45% das mulheres relatam que já foram desestimuladas a questionar esse tipo de fala (IBGE, 2024).
- Só 22% dos homens admitem que tais expressões são problemáticas (Pesquisa UOL, 2025).
Casos semelhantes já apareceram na mídia. Luana Piovani e outras celebridades também relataram situações em que parceiros minimizaram atitudes sexistas usando "é coisa de homem".
O que Babi Xavier espera para o futuro?
"Dividir isso com vocês é pedir ao universo reorganizar minha vida". A atriz deixou claro que busca um parceiro que não repita comportamentos machistas.
A repercussão levou programas de TV a debater o tema. Talk shows dedicaram quadros ao machismo nas relações amorosas, ampliando a discussão para o grande público.
Embora não haja implicação legal, a ética das relações está em pauta. Advogados de direitos humanos ressaltam a importância de reconhecer e combater a violência verbal no convívio diário.
Qual o próximo passo?

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