O Banco Central determinou duas auditorias externas nos precatórios do Banco Master e não encontrou irregularidades. A medida, anunciada em 19 de março de 2024, buscava confirmar a existência e a validade desses ativos de risco.
O ofício 5.582 do Desup exigiu comprovação de origem, valores e risco de recebimento. As empresas Galdino Advogados e KPMG foram convocadas após denúncias de supervalorização.
Ambas as auditorias concluíram que os precatórios estavam adequadamente registrados e sem indícios de fraude. O parecer destacou que o trabalho se limitou à análise jurídica e processual.
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Qual o impacto financeiro para o investidor?

Para quem possui aplicações vinculadas ao Master, a ausência de problemas reduz o risco de perda de capital. O custo‑benefício melhora, pois o valor investido tem maior chance de ser recuperado.
O balanço de 31/12/2024 mostrava R$ 8,7 bi em direitos creditórios e precatórios. Destes, a maior parte estava concentrada em ativos de baixa liquidez.
- Ativos totais: R$ 63 bi
- Precatórios: R$ 8,7 bi
- Fundos ocultos: cerca de R$ 13 bi
- Limite FGC por CPF: R$ 250 mil

Com a auditoria limpa, o preço das ações do Master teve leve alta, enquanto o rating de crédito manteve‑se estável. Isso indica confiança temporária do mercado.
Quais são os riscos ainda latentes?
O TCU apontou 30 referências a precatórios, inclusive falta de registro público da cessão. Essa falha pode gerar contestações judiciais que afetam a recuperação.
Para o consumidor, a eventual perda de crédito pode se traduzir em juros mais altos em empréstimos e cartões. O custo de financiamento pode subir se o banco precisar repor capital.
- Aumento de tarifas bancárias
- Elevação de spreads em crédito pessoal
- Redução de limites de crédito
- Maior cautela na concessão de financiamentos
Especialistas preveem que o BC intensificará a supervisão de ativos ilíquidos. Novas regras podem limitar a compra de precatórios por instituições financeiras.
O que acontece agora?
Investigações da CGU sobre suposto favorecimento ao Master ainda estão em curso. O relator do TCU, ministro Jhonatan de Jesus, segurou o julgamento até que os inquéritos sejam concluídos.
Para quem quer proteger o bolso, a recomendação é diversificar investimentos e ficar atento ao limite de cobertura do FGC. Avaliar a solidez das instituições antes de aplicar recursos de longo prazo.

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