O Exército de Israel está em estado de alerta máximo enquanto se aproxima o prazo final estabelecido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a reabertura do Estreito de Ormuz.

Trump impôs um ultimato até as 21h (horário de Brasília) da terça‑feira (7), ameaçando destruir usinas de energia e outras infraestruturas civis iranianas caso o Irã não libere a via navegável.

Fontes de segurança israelenses confirmaram à CNN a preparação de um plano conjunto EUA‑Israel, com total coordenação militar, aguardando apenas a aprovação final de Trump.

Qual o histórico das tensões entre Israel e Irã?

Em 6 de abril, Israel aprovou uma lista atualizada de alvos iranianos, concentrando‑se em instalações de energia e infraestrutura crítica caso as negociações diplomáticas fracassem.

O tenente‑general Eyal Zamir, chefe do Exército israelense, declarou que "estamos nos aproximando de um momento estratégico crucial" na operação conjunta contra o Irã, ressaltando conquistas já obtidas.

Segundo as autoridades israelenses, os principais alvos incluem redes elétricas, usinas de geração e instalações de transmissão, visando degradar a capacidade operacional do regime iraniano.

O que dizem os especialistas militares?

Analistas de defesa apontam que a coordenação entre as forças armadas dos EUA e de Israel permite ataques simultâneos a alvos energéticos e petrolíferos, aumentando a pressão sobre Teerã.

Especialistas em segurança regional destacam que a extensão do ultimato por parte de Trump poderia desencadear o lançamento de aviões de combate nas próximas horas, conforme indicado pelas fontes.

  • 6/04/2026 – Israel atualiza lista de alvos estratégicos no Irã.
  • 7/04/2026, 21h BRT – Prazo final do ultimato de Trump para reabrir o Estreito de Ormuz.
  • 7/04/2026 – Fonte israelense indica preparação para operação conjunta EUA‑Israel.
  • 7/04/2026 – Tenente‑general Zamir comenta sobre o momento estratégico da campanha.

Quais são os possíveis desdobramentos?

Se Trump decidir estender o ultimato ou autorizar a ação militar, aviões de combate israelenses e americanos podem decolar para atingir alvos energéticos e petrolíferos no território iraniano.

A comunidade internacional, incluindo a ONU, tem monitorado a situação e alerta para riscos de escalada regional, embora não haja declarações formais de intervenção até o momento.

O que acontece agora?

As forças armadas israelenses permanecem em prontidão, com unidades de ataque aéreo e terrestre posicionadas para execução imediata, enquanto aguardam a decisão final de Trump.

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