Um incêndio de grandes proporções consumiu a fábrica de tintas em Diadema na madrugada de 31/03/2026, mobilizando ao menos 10 viaturas dos bombeiros. O fogo se alastrou rapidamente pela Avenida Fábio Eduardo Ramos Esquivel, zona industrial do ABC Paulista.
As chamas envolveram todo o depósito de tintas e materiais de construção. Segundo o Corpo de Bombeiros, o estabelecimento funciona como distribuidora de produtos químicos.
Não há registro de vítimas, mas uma explosão foi apontada no boletim de ocorrência. As causas ainda são desconhecidas e serão investigadas pela Polícia Civil.
Qual o cenário atual das operações de combate ao fogo?
Dez viaturas e 33 bombeiros continuam atuando no local. O comandante solicitou o uso de Líquido Gerador de Espuma (LGE) para abafar as labaredas.
O rescaldo ainda apresenta risco de reignição. A presença de solventes inflamáveis eleva a complexidade do apagamento.
Equipes da Defesa Civil e do SAMU foram acionadas para apoio logístico. A área foi isolada para evitar contaminação da vizinhança.
A perícia já recolheu amostras e registrou o caso no 3º Distrito Policial de Diadema. A investigação da Polícia Civil tem prazo indefinido.
O que dizem os especialistas sobre a origem provável?
Especialistas apontam armazenamento inadequado de solventes como fator de risco. Depósitos de tintas exigem normas rígidas de ventilação e segregação.
Um engenheiro de segurança do trabalho alerta que a falta de manutenção pode gerar faíscas. Isso pode ter desencadeado a explosão relatada.
Incidentes semelhantes já ocorreram no ABC, como o incêndio em São Bernardo em 2022. O histórico evidencia vulnerabilidades nas indústrias químicas da região.
- 10 viaturas mobilizadas
- 33 bombeiros em ação
- Área total queimada: aproximadamente 1.200 m²
- Tempo de resposta inicial: 7 minutos
Quais as consequências para a comunidade e o setor?
O incêndio pode gerar perdas econômicas significativas para a empresa e fornecedores. A paralisação temporária afeta a cadeia de suprimentos de materiais de construção.
Riscos ambientais incluem a liberação de vapores tóxicos e contaminação do solo. Autoridades monitoram a qualidade do ar e a água nas proximidades.
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