Antonelli liderou o último treino livre da Mercedes em Suzuka, garantindo a primeira posição na classificação provisória, enquanto Gabriel Bortoleto fechou a sessão em nono lugar. O duplo da equipe alemã reforça a superioridade de seu pacote aerodinâmico nas curvas de alta velocidade do circuito japonês.

O italiano registrou um tempo de 1:30.842, 0,215s à frente de George Russell, que completou a volta em 1:31.057. Ambos superaram a Ferrari de Charles Leclerc, que ficou em terceiro, evidenciando a consistência dos pneus Pirelli em condições de pista úmida.
Bortoleto sofreu um problema no câmbio durante o segundo treino livre, perdendo quase 30% da sessão. Na terceira sessão, o piloto da Audi conseguiu recuperar ritmo, terminando a dezena superior e comprovando a adaptabilidade do chassi ao traçado de Suzuka.

O que dizem os especialistas sobre a dobradinha da Mercedes?
Analistas táticos apontam que a Mercedes otimizou a distribuição de carga aerodinâmica, permitindo curvas mais rápidas sem sacrificar a tração nas retas. A estratégia de uso de composto duro nas primeiras voltas ajudou Antonelli a ganhar confiança logo de cara.
Russell, ao ficar em segundo, mostrou consistência ao manter setores estáveis, indicando que a equipe tem duas cartas fortes para a classificação. A margem de erro entre os dois pilotos é de apenas 0,215s, o que sugere um pacote equilibrado.
Na Audi, Hulkenberg subiu para o sétimo lugar, evidenciando que o carro está encontrando boa aderência nas curvas de alta carga lateral. O desempenho da equipe alemã sinaliza uma batalha de ponta a ponta com a Red Bull nas próximas sessões.
Como a falha no câmbio afetou o desempenho de Bortoleto?
O problema no câmbio impediu Bortoleto de completar voltas completas no segundo treino, reduzindo seu tempo de pista em cerca de 12 minutos. A equipe da Audi realizou uma troca rápida de componentes, permitindo que o piloto voltasse ao ritmo normal.
Mesmo com a falha, o brasileiro manteve um delta de +1,342s em relação ao líder, demonstrando que o carro tem potencial de melhoria. O ajuste no mapeamento de transmissão foi crucial para evitar novos travamentos.
Max Verstappen reclamou, via rádio, que o Red Bull apresentava comportamento instável em todas as curvas, o que pode abrir espaço para a Audi subir ainda mais no grid. A falta de equilíbrio do carro da Red Bull pode ser decisiva na classificação.
Qual o impacto desses resultados no grid do GP do Japão?
Com Antonelli e Russell nas duas primeiras posições, a Mercedes garante um ponto de partida estratégico para o sprint e a corrida. A dupla pode controlar o ritmo da prova e forçar erros dos concorrentes.
| Posição | Piloto | Equipe | Tempo |
|---|---|---|---|
| 1 | Kimi Antonelli | Mercedes | 1:30.842 |
| 2 | George Russell | Mercedes | 1:31.057 |
| 3 | Charles Leclerc | Ferrari | 1:31.210 |
| 4 | Oscar Piastri | McLaren | 1:31.389 |
| 5 | Lewis Hamilton | Ferrari | 1:31.452 |
Estatisticamente, a Mercedes liderou 62% das voltas nos três treinos livres, consolidando seu domínio nas sessões de qualificação. A margem de vantagem sobre a Ferrari é de 0,368s, o que pode ser decisivo na corrida.
- Antonelli: 1ª posição, tempo 1:30.842
- Russell: 2ª posição, tempo 1:31.057
- Leclerc: 3ª posição, tempo 1:31.210
- Piastri: 4ª posição, tempo 1:31.389
- Hamilton: 5ª posição, tempo 1:31.452
O que acontece agora antes da classificação?
Os pilotos se preparam para a sessão de qualificação que começa às 3h (horário de Brasília), com foco em otimizar a estratégia de pneus e a configuração do motor. A Mercedes deve manter a liderança, enquanto a Audi busca melhorar ainda mais seu posicionamento.

Compartilhe essa notícia no WhatsApp com seus amigos.
Discussão