Milhares de americanos se reuniram neste sábado (28/03/2026) em protestos contra o governo de Donald Trump. As manifestações, organizadas sob a marca "No Kings", aconteceram simultaneamente em dezenas de cidades dos Estados Unidos.

Multidão protesta contra Donald Trump em manifestações nos EUA.
Fonte: www.em.com.br | Reprodução

O movimento surge como resposta a políticas controversas adotadas pela administração Trump. Entre as reivindicações estão a guerra iminente com o Irã, a intensificação da aplicação de leis federais de imigração e o aumento do custo de vida.

Organizadores afirmam que os atos visam impedir a concentração de poder nas mãos do presidente. Eles denunciam o que chamam de "governo autoritário" e pedem a destituição de Trump e de membros de seu gabinete.

Multidão protesta contra Donald Trump em manifestações nos EUA.
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Como se espalharam as manifestações pelo país?

As cidades onde a presença foi mais marcante incluem Nova York, Washington DC, Los Angeles, Boston e Houston. Em Nova York, a Times Square ficou lotada; em Washington DC, manifestantes ocuparam as escadarias do Memorial Lincoln e o National Mall.

Autoridades locais fecharam vias principais para garantir a segurança dos participantes. A polícia de Nova York, por exemplo, restringiu o tráfego em Manhattan, enquanto a Guarda Nacional foi mobilizada em vários estados.

Dados oficiais apontam que a edição anterior, em outubro, reuniu quase sete milhões de pessoas em todo o território.

  • Nova York – Times Square e Midtown
  • Washington DC – Memorial Lincoln e National Mall
  • Los Angeles – Downtown e Hollywood
  • Boston – Boston Common
  • Houston – Hermann Square

Quais são as implicações jurídicas das ações do presidente?

Desde sua posse, Trump tem usado ordens executivas para ampliar poderes presidenciais. Entre elas, a autorização para o uso da Guarda Nacional em cidades sem consentimento dos governadores estaduais.

Especialistas apontam que algumas medidas podem violar a Constituição dos EUA. A aplicação de leis de imigração em nível federal e a suposta perseguição a opositores políticos são objeto de debate nos tribunais.

Em Minneapolis, agentes federais de imigração mataram dois cidadãos americanos, gerando indignação nacional. O incidente foi citado como catalisador para as atuais mobilizações.

O que acontece agora e quais são os próximos passos?

O governo da Casa Branca rotulou as manifestações como "sessões de terapia da Síndrome de Desarranjo por Trump". O porta‑voz afirmou que apenas "repórteres pagos" dão atenção ao movimento.

Organizadores garantem que os protestos permanecem pacíficos, apesar da presença de forças de segurança. Continuam programadas marchas em cidades menores, como Shelbyville (Kentucky) e Howell (Michigan), ao longo do dia.

Nos continentes europeus, americanos expatriados se reuniram em Paris, Londres e Lisboa, ampliando o alcance internacional da ação. Cartazes nesses locais acusam Trump de "fascismo" e exigem seu impeachment.

Autoridades federais monitoram a situação e avaliam a necessidade de novas intervenções. Enquanto isso, ativistas planejam um próximo grande ato para o mês de junho, visando pressionar o Congresso.

Multidão protesta contra Donald Trump em manifestações nos EUA.
Fonte: www.em.com.br | Reprodução

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