Jaques Wagner reafirma que a chapa vencedora de 2022 será mantida nas próximas disputas eleitorais, apesar das conversas sobre uma possível aliança entre o deputado federal Elmar Nascimento e o governo da Bahia.

O senador, que concorre à reeleição, declarou na segunda‑feira (30) que seguirá com a composição que levou Geraldo Júnior (MDB) ao vice‑governador em 2022.

Wagner ressaltou que o "tripé" formado pelo governador e pelos dois senadores está consolidado e que eventuais "estica e puxa" partidários são normais perto do fim da janela de alianças.

Qual é a posição de Jaques Wagner?

Wagner deixou clara sua preferência pela estabilidade da chapa já vitoriosa, argumentando que mudanças agora poderiam fragilizar a governança estadual.

Em entrevista, ele afirmou que o governador tem a palavra final no processo de escolha do vice‑governador, e que o grupo partidário não exerce veto.

O senador ainda destacou que a manutenção do vice‑governador é importante para garantir continuidade nas políticas públicas iniciadas em 2022.

Como se desenvolvem as negociações entre Elmar e o MDB?

Elmar Nascimento participou de reunião no Palácio de Ondina para discutir uma possível composição com o petismo.

Entre as opções debatidas, o deputado estadual Marcinho Oliveira (PRD) foi citado como candidato a vice, visando equilibrar as forças entre os grupos.

Geddel Vieira Lima, articulador do MDB, reagiu nas redes sociais, afirmando que o partido não será "barriga de aluguel" e que a filiação está aberta, porém com limites claros.

  • 30/03/2026 – Wagner declara manutenção da chapa 2022.
  • 30/03/2026 – Elmar reúne-se no Palácio de Ondina.
  • 30/03/2026 – Geddel publica posicionamento do MDB.

Quais são os próximos passos antes da eleição?

O governador Jerônimo Rodrigues ainda não definiu o vice oficial, mas deve decidir nos próximos dias, após consultas ao conselho político.

Com a janela partidária se aproximando do fechamento, as lideranças dos partidos intensificam o "puxa e estica" para alinhar estratégias de campanha.

Analistas apontam que a escolha do vice‑governador pode influenciar a distribuição de cargos no executivo estadual e a base de apoio nas urnas.

Enquanto isso, o MDB prepara sua bancada para garantir representatividade no governo, independentemente da composição final.

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