Mauro Mendes, ex-governador de Mato Grosso (União), indicou que Cidinho Santos (PP) e Rogério Gallo são os nomes mais cotados para integrar sua chapa ao Senado.
O ex-gestor estadual deixou o Palácio Paiaguás em dezembro de 2025 e, segundo entrevista ao Diário de Cuiabá, pretende concentrar esforços na disputa de 2026.
Em declaração à imprensa, Mendes ressaltou que ainda não há definição, mas que as articulações "devem se intensificar nos próximos dias".
Qual o cenário político em Mato Grosso para 2026?
Cidinho Santos, antigo senador (PP), tem experiência legislativa e forte rede de articulação no interior do estado.
Rogério Gallo, ex-secretário de Fazenda de Mato Grosso, é reconhecido por sua formação técnica e atuação na gestão fiscal estadual.
Ambos os nomes são vistos como estratégicos para ampliar a base da União e do PP nas urnas estaduais.
Quais são as regras eleitorais que afetam a chapa?
De acordo com a Lei nº 9.504/1997, a coligação para a vaga de senador permite a formação de alianças entre partidos, respeitando limites de candidatos por estado.
O candidato suplente deve ser registrado na mesma ficha de candidatura, obedecendo ao prazo legal estabelecido pelo TSE.
- Prazo de registro da candidatura: 15 de julho de 2026.
- Limite de suplentes: até dois nomes por candidato principal.
- Requisitos de elegibilidade: filiação partidária, quitação com a Justiça Eleitoral.
O que acontece agora?
Nos próximos dias, Mendes deve formalizar as negociações com os potenciais parceiros e definir a composição final da chapa.
Representantes da União e do PP afirmam que a decisão será tomada em reunião interna prevista para a primeira semana de maio.
Analistas políticos apontam que a escolha entre Cidinho e Gallo pode influenciar a distribuição de recursos de campanha e o apoio de lideranças regionais.
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