Ciclone extratropical formado entre a Argentina, Uruguai e Rio Grande do Sul pode gerar ventos de até 125 km/h na costa sul do Brasil. O alerta já foi emitido para praticamente todo o estado gaúcho e regiões vizinhas.

O sistema está associado a uma frente fria que avança rapidamente para o sul. Essa combinação costuma intensificar a instabilidade atmosférica e provocar chuvas intensas.
O INMET divulgou alertas de risco de precipitações que podem ultrapassar 100 mm em 24 horas, além da possibilidade de granizo. O alerta exclui apenas o leste do Paraná.

O que dizem os especialistas sobre a intensidade dos ventos?
Especialistas da Meteored estimam rajadas de até 90 km/h no interior do Rio Grande do Sul. Nas áreas litorâneas, os ventos podem alcançar 125 km/h.
Segundo as previsões, o ciclone deve ganhar força ao se deslocar em direção ao oceano na quarta‑feira. O aumento da diferença de temperatura entre a terra e o mar intensifica as correntes de ar.
Os principais riscos apontados incluem queda de energia, danos a lavouras e queda de árvores. Esses efeitos são típicos de sistemas de baixa pressão com ventos fortes.
- Velocidade máxima prevista: 125 km/h (litoral)
- Precipitação acumulada: até 100 mm/dia
- Áreas mais vulneráveis: Rio Grande do Sul, litoral de Santa Catarina e oeste do Paraná
- Período de maior impacto: 7 a 8 de abril de 2026
Quais são os impactos esperados para a população?
Chuvas intensas podem provocar cheias de rios e alagamentos em áreas baixas. O risco de deslizamentos aumenta em encostas úmidas.
No litoral catarinense, ventos fortes podem deslocar dunas e danificar construções próximas à orla. Moradores devem se afastar de estruturas vulneráveis.
Redes de transporte podem ser interrompidas: estradas bloqueadas por árvores caídas e atrasos em voos regionais. A mobilidade urbana será afetada.
Autoridades recomendam que a população evite exposição desnecessária e mantenha kits de emergência prontos. Abrigos temporários já foram preparados em municípios de risco.
Como acompanhar a evolução do sistema climático?
Os boletins do INMET, CPTEC/INPE e aplicativos de meteorologia são as fontes mais confiáveis. Atualizações são divulgadas a cada hora durante o pico da tempestade.

Compartilhe essa notícia no WhatsApp com seus amigos.
Discussão