Uma colisão entre duas carretas na BR‑040 deixou um morto e interrompeu o tráfego em Sete Lagoas. O acidente ocorreu na manhã de 31 de março, por volta das 6h, no km 462, sentido Belo Horizonte, nas proximidades da região de Gineta.

O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente para o desencarceramento da vítima. A corporação atuou ao lado da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da concessionária da rodovia, que fecharam a pista para a operação.
A interdição total da via gerou um congestionamento de mais de três horas. Motoristas relataram filas de veículos que se estenderam até a saída da cidade, provocando atrasos significativos.
Como se deu a dinâmica do acidente?
Até o momento, não há informações oficiais sobre a causa exata da colisão. Investigações preliminares apontam possíveis fatores como excesso de velocidade, falha mecânica ou condições adversas da pista.
A BR‑040 tem histórico de incidentes envolvendo veículos de grande porte. Dados da Polícia Rodoviária mostram que, nos últimos cinco anos, mais de 120 acidentes graves foram registrados na rodovia.
O congestionamento atingiu o pico entre 8h e 9h30, quando a fila ultrapassou 5 km. Motoristas ficaram presos por cerca de 3h30, conforme relatos ao portal Estado de Minas.
Quais são as consequências imediatas?
A via foi totalmente interditada para permitir o trabalho da perícia da Polícia Civil. A equipe de investigação coletou evidências, como marcas de frenagem e restos de carga, para reconstruir a sequência dos fatos.
Desvios temporários foram sinalizados nas rodovias paralelas. O tráfego foi redirecionado para a MG‑050 e a BR‑381, aumentando o volume de veículos nessas rotas.
Motoristas que aguardaram o desbloqueio relataram estresse e falta de informações. Muitos reclamaram da ausência de sinalização clara sobre o tempo de liberação.
O que dizem os especialistas em segurança viária?
Peritos apontam que a combinação de alta carga e velocidade é um risco recorrente. Segundo o Instituto de Segurança no Trânsito (IST), a taxa de acidentes com carretas na região Central de Minas é 1,8 vezes maior que a média nacional.
Recomenda‑se a instalação de sistemas de alerta de velocidade e de monitoramento por câmeras. Estudos recentes mostram que tais tecnologias reduzem em até 30 % as colisões envolvendo veículos de carga.
Manutenção preventiva da pista também é fundamental. Trechos com desgaste excessivo aumentam a probabilidade de perda de controle, sobretudo em horários de pico.
O que acontece agora?
- Parte da faixa foi liberada às 9h45, permitindo a circulação de veículos leves.
- A pista completa deve ser reaberta até o final do dia, conforme avaliação da concessionária.
- Motoristas são orientados a usar rotas alternativas e a respeitar os limites de velocidade.
As autoridades continuam a coletar depoimentos e a analisar as evidências para determinar responsabilidades. Enquanto isso, a população de Sete Lagoas aguarda a normalização do tráfego.
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