Milhares de manifestantes se reuniram nos Estados Unidos contra Donald Trump e a guerra no Iraque, com ecos na Europa. O movimento, que começou na manhã de 29/03/2026, contou com protestos simultâneos em Nova Iorque, Washington e Los Angeles.

Organizações de direitos civis e grupos anti‑guerra lideraram as demonstrações. A Coalizão pela Paz, a ACLU e sindicatos de trabalhadores coordenaram marchas que reuniram cerca de 120 mil pessoas no país.
As autoridades relataram presença de cerca de 15 mil policiais federais e estaduais nas áreas de maior aglomeração. Nenhum incidente grave foi registrado, embora pequenas confrontações tenham ocorrido em torno dos perímetros de segurança.

Qual é a origem das mobilizações nos Estados Unidos?
O desencadeamento está ligado ao discurso de Trump sobre retomar a presença militar no Iraque. Em entrevista ao programa "Morning News", o ex‑presidente sugeriu uma nova intervenção, gerando reação imediata de grupos anti‑intervencionistas.
Além da política externa, a candidatura de Trump à presidência de 2028 alimentou a insatisfação. Eleitores que se opõem ao seu retorno ao poder uniram-se à causa anti‑guerra para ampliar a visibilidade da campanha.
Na Europa, cidades como Londres, Paris e Berlim replicaram as manifestações. Organizações locais de paz coordenaram concentrações que atraíram entre 5 mil e 20 mil participantes em cada capital.
Como os governos reagiram às manifestações?
O Departamento de Segurança Interna dos EUA emitiu orientações para garantir a ordem pública. As diretrizes enfatizaram o direito à livre expressão, ao mesmo tempo em que reforçaram o monitoramento de grupos extremistas.
- 08h00 – Início das marchas em Nova Iorque.
- 09h30 – Declaração do Secretário de Segurança Nacional sobre a necessidade de manter a ordem.
- 11h00 – Reunião de líderes europeus via videoconferência para discutir apoio às manifestações.
- 13h45 – Anúncio da polícia de Los Angeles de que não haverá detenções massivas.
Na União Europeia, os ministros de interior reforçaram a presença policial nas capitais. Em Berlim, a polícia federal instalou barreiras de contenção para evitar confrontos entre manifestantes e grupos pró‑Trump.
As autoridades judiciais dos EUA avaliaram pedidos de limitação de reunião em alguns estados. Até o momento, os tribunais mantiveram o direito de aglomeração, ressaltando a proteção constitucional à livre expressão.
O que acontece agora? Próximos passos dos protestos
Organizadores planejam novas ações em 5 de abril, com foco em capitais estaduais. A estratégia inclui bloqueios de rotas de trânsito e ocupação de edifícios governamentais para pressionar legisladores.
Pesquisas de opinião indicam que a desaprovação ao retorno de Trump aumentou 12 pontos percentuais desde o início das manifestações. Analistas políticos apontam que a combinação de oposição ao ex‑presidente e à guerra no Iraque pode redefinir o cenário eleitoral de 2028.
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