Avião de vigilância E-3 Sentry, avaliado em US$ 270 milhões, foi completamente destruído por drones iranianos em uma base americana na Arábia Saudita. O ataque ocorreu no domingo, 29 de março 2026, segundo agências de imprensa internacionais.

Avião de guerra dos EUA em chamas após ataque iraniano; destroços e fumaça.
Fonte: www.correiobraziliense.com.br | Reprodução

O E-3 Sentry, também conhecido como "AWACS", atua como centro de comando e controle aéreo. A plataforma fornece monitoramento de radar, coordenação de missões e suporte logístico a operações militares.

Pelo menos 12 militares dos Estados Unidos ficaram feridos, conforme relatório do The New York Times. Nenhuma morte foi confirmada até o fechamento da imprensa.

Avião de guerra dos EUA em chamas após ataque iraniano; destroços e fumaça.
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Qual foi a sequência dos acontecimentos?

Os drones foram lançados por volta das 14h30 (horário local), atingindo a pista de pouso onde o E-3 estava estacionado. O impacto provocou uma explosão que consumiu a fuselagem em poucos minutos.

  • 29/03/2026 – Ataque de drones iranianos na Base Aérea de Al‑Udeid, na Arábia Saudita.
  • 30/03/2026 – Estados Unidos confirmam destruição total da aeronave.
  • 31/03/2026 – Irã declara que o ataque foi resposta a ações americanas na região.

O governo iraniano, através do Ministério das Forças Armadas, afirmou que os drones foram operados por milícias apoiadas por Teerã. O comunicado acusou os EUA de interferência em assuntos internos do Oriente Médio.

O Departamento de Defesa dos EUA divulgou um comunicado oficial condenando o ataque como violação do direito internacional. As autoridades americanas prometeram "responder de forma proporcional" e iniciar investigação.

Quais são as implicações para a segurança regional?

Com apenas 16 unidades E-3 em operação, a perda representa cerca de 6 % da frota global. A capacidade de vigilância aérea dos EUA na região pode ficar temporariamente reduzida.

Analistas de defesa apontam que a destruição do AWACS pode comprometer missões de coordenação entre forças da OTAN e aliados do Golfo. O vazio pode ser explorado por grupos insurgentes.

A tensão entre Washington e Teerã já estava elevada devido a sanções e incidentes navais. O ataque pode acelerar a escalada militar ou levar a negociações de emergência.

Reações internacionais incluem declarações de apoio dos aliados europeus e pedidos de contenção da ONU. O Conselho de Segurança ainda não convocou sessão extraordinária.

O que acontece agora? Próximos passos

As autoridades americanas abriram uma investigação conjunta com a Arábia Saudita para identificar os responsáveis exatos. Evidências técnicas dos destroços dos drones serão analisadas.

Em paralelo, o Pentágono está avaliando a reposição da aeronave e a redistribuição de outras plataformas de alerta avançado. A decisão pode envolver aquisição de modelos atualizados ou reforço de bases regionais.

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